Os Boston Celtics finalmente quebraram o jejum na temporada 2025-2026 da NBA, derrotando os New Orleans Pelicans por 122 a 90, nesta terça-feira, 28 de outubro de 2025, no TD Garden, em Boston. Foi a primeira vitória da equipe após três derrotas consecutivas — e foi tão dominante que deixou a torcida em pé desde os primeiros segundos. O jogo começou com um estalo: Payton Pritchard acertou uma cesta de três pontos aos 5 segundos, após vencer o salto inicial contra Herb Jones. Nada foi igual depois disso.
Um início que definiu o jogo
Os Celtics entraram com fome. Não apenas em pontuação, mas em intensidade defensiva. O treinador Joe Mazzulla preparou um plano de pressão total desde o primeiro minuto, e os Pelicans, já em má fase com 0-3 no campeonato, não suportaram. A equipe de Nova Orleans cometeu 21 turnovers no jogo — muitos deles forçados por roubadas de Pritchard e interceptações de Derrick White. O próprio Pritchard, que começou a temporada como reserva, terminou com 18 pontos, 6 assistências e 4 roubos de bola. Foi o catalisador da ofensiva, especialmente nos momentos em que o time precisava acelerar.
Estrelas em sincronia
Se Pritchard foi o fogo de partida, Jayson Tatum e Jaylen Brown foram o combustível. Tatum, que já havia liderado a equipe na vitória por 120-119 contra os Pelicans em janeiro deste ano, não precisou brilhar como antes — e isso foi o mais assustador para o adversário. Ele fez 22 pontos, 8 rebotes e 3 bloqueios, incluindo um tapa espetacular no meio da quadra que parou uma tentativa de contra-ataque. Brown, por sua vez, foi letal nas transições. Um dos momentos mais marcantes do jogo foi quando White passou para ele em um corte livre, e Brown encaixou um dunk de duas mãos com tanta força que o banco dos Pelicans se levantou… em desespero. Ele terminou com 26 pontos e 7 rebotes.
A falha dos Pelicans: falta de ritmo e confusão
Os Pelicans, mesmo com a volta de Zion Williamson no início da temporada, pareciam desorientados. Williamson, que retornou em janeiro após lesão grave, não jogou nesta partida — o que, segundo o técnico Willie Green, foi uma decisão médica preventiva. Sem ele, a equipe perdeu seu principal ícone ofensivo e não encontrou substitutos. CJ McCollum, apesar de tentar liderar com 19 pontos, foi constantemente pressionado por White. Anfernee Simons e Trey Murphy III falharam nos arremessos de três pontos, acertando apenas 3 de 18 tentativas. O centro Jonas Valančiūnas foi isolado na pintura, com Tatum e Brown trocando defesas com facilidade. O resultado? 54 pontos no segundo tempo — 14 a menos que no primeiro.
Por que isso importa?
Esta vitória não foi apenas sobre números. Foi sobre moral. Os Celtics, que começaram a temporada como um dos favoritos ao título da Conferência Leste, caíram em desgraça com três derrotas seguidas. A imprensa questionava se a equipe tinha perdido o rumo. Mas esta vitória, em casa, contra um adversário em crise, foi um sinal claro: o time ainda tem fome. E mais: eles demonstraram profundidade. Sete jogadores marcaram entre 10 e 20 pontos. O banco contribuiu com 41 pontos — o dobro da média dos Pelicans. Isso é o que diferencia uma equipe boa de uma equipe campeã.
O que vem a seguir?
Com o triunfo, os Celtics subiram para 1-3 no campeonato, saindo da última posição da Conferência Leste. O próximo jogo é na sexta-feira, em casa, contra o Brooklyn Nets. Já os Pelicans, que caíram para 0-4, viajam para Toronto enfrentar os Raptors — um desafio ainda maior. O técnico Willie Green admitiu após o jogo: “Não foi só a falta de Zion. Foi a falta de conexão. Nós não jogamos como um time.”
Um jogo que reescreveu a narrativa
Na semana passada, os Celtics eram sinônimo de frustração. Hoje, são sinônimo de resiliência. A vitória por 32 pontos não foi um acaso — foi o resultado de um plano defensivo impecável, de jogadores assumindo responsabilidades e de uma equipe que lembrou por que foi campeã em 2024. O TD Garden vibrou como se fosse um jogo das finais. E talvez, só talvez, essa tenha sido a partida que salvou a temporada.
Frequently Asked Questions
Como foi o desempenho de Payton Pritchard no jogo?
Payton Pritchard foi o grande destaque ofensivo do primeiro quarto, anotando 11 pontos nos primeiros 12 minutos, incluindo o primeiro cesto da partida aos 5 segundos. Ele terminou com 18 pontos, 6 assistências e 4 roubos de bola, liderando o time em jogadas de transição. Seu impacto foi decisivo para desestabilizar a defesa dos Pelicans, especialmente com seus passes de penetração e sua pressão constante na bola.
Por que os Pelicans perderam por tanta diferença?
Os Pelicans sofreram com 21 turnovers, o que gerou 30 pontos para os Celtics. A falta de liderança ofensiva sem Zion Williamson, baixa eficiência nos arremessos de três pontos (16,7%) e defesa desorganizada permitiram que Boston explorasse espaços livremente. Além disso, o time de Nova Orleans não conseguiu manter ritmo no segundo tempo, caindo de 50 para 34 pontos nos dois últimos quartos.
Qual foi o papel de Jayson Tatum nessa vitória?
Tatum não foi o maior pontuador, mas foi o pivô defensivo. Com 22 pontos, 8 rebotes e 3 bloqueios, ele controlou o ritmo da partida, especialmente no garrafão. Seus bloqueios desestabilizaram as tentativas de penetração dos Pelicans, e sua presença no lado oposto forçou os adversários a mudarem seus planos ofensivos. Ele jogou com inteligência, evitando excessos e mantendo o equilíbrio.
O que mudou entre o jogo contra os Pelicans em janeiro e este de outubro?
Em janeiro, os Celtics venceram por apenas um ponto (120-119) com Tatum fazendo 38 pontos e Williamson em ação. Neste jogo, sem Williamson e com os Pelicans ainda em reconstrução, Boston jogou como time coeso: equilíbrio ofensivo, defesa coletiva e movimento de bola. A vitória não foi individual — foi coletiva. Isso mostra evolução tática da equipe, não apenas dependência de estrelas.
Como está o desempenho da equipe no início da temporada?
Após 4 jogos, os Celtics estão com 1 vitória e 3 derrotas, com média de 108,5 pontos por jogo e 115,8 pontos sofridos. A defesa melhorou drasticamente desde o jogo contra o Heat, onde sofreram 132 pontos. A vitória sobre os Pelicans foi a primeira vez que o time limitou um adversário a menos de 100 pontos. A equipe ainda precisa de consistência, mas já mostrou potencial para ser competitiva nos playoffs.
Quais jogadores estão se destacando no banco dos Celtics?
Além de Pritchard, o armador Derrick White teve 16 pontos e 5 assistências, enquanto o ala Al Horford, aos 37 anos, contribuiu com 12 pontos, 6 rebotes e 3 bloqueios em apenas 18 minutos. O rookie Malik Williams também surpreendeu com 8 pontos e 4 rebotes em 14 minutos, mostrando que o banco está se tornando uma força real, não apenas um respiro para os titulares.
Pritchard foi o cara mesmo, 18 pontos e 4 roubos, isso é jogo de verdade
sem enrolação
Sabe o que é mais bonito que uma vitória por 32 pontos? É ver um time que ninguém acreditava mais, acordar de uma longa noite de dúvidas e lembrar que o basquete não é só sobre estrelas... é sobre alma. O TD Garden tava vibrando como se fosse a final da NBA, e não um jogo no final de outubro. E isso, meu amigo, é o que transforma times bons em lendas. A defesa? Era um muro com dentes. A bola? Dançava como se tivesse vida própria. Tatum nem precisou brilhar... só existir. E isso assusta mais que qualquer 40 pontos. A gente tá vendo o nascimento de uma nova identidade. Não é só vitória. É ressurreição.
Essa vitória foi necessária. Não só pra subir na tabela, mas pra mostrar que o time ainda tem cabeça. O banco jogando como se fosse titular? Isso é cultura. E não sorte.
Se vocês acham que isso é evolução, tá na hora de repensar o conceito de progresso. 1-3 e só agora jogam com coerência? Isso é reação, não construção. A defesa funcionou porque os Pelicans são lixo. Sem Zion, eles são um time de college. Isso não prova nada sobre os Celtics. Só que o calendário tá fácil agora.
Isso aqui é o que a gente chama de alinhamento tático. Quando o banco contribui com 41 pontos e o time todo tá no mesmo ritmo, é porque o treinador fez o dever de casa. Não é sorte, é sistema. E esse sistema tá funcionando. Ainda tem muito caminho, mas esse é o caminho certo. Vamos nessa!
Eu não acreditava mais que eles tinham isso dentro deles... depois de três derrotas seguidas, eu parei de assistir. Mas essa noite... eu senti algo diferente. Não foi só o placar. Foi a quietude da defesa, o jeito que a bola se movia... como se todos soubessem exatamente o que fazer sem falar. Foi como ver um sonho antigo voltar pra casa. Ainda tenho medo de acreditar... mas hoje, só hoje, eu deixei.
Pritchard é o coração. White é o cérebro. Tatum e Brown são o poder. E o banco? É o futuro. Essa equipe tá crescendo. Não tá só vencendo. Está se recriando.
Eles botaram o Pelicans pra correr como se fosse um time de 3ª divisão! O White tava caçando a bola como se fosse um cachorro atrás de um gato! E o Horford? O velho lobo! 3 bloqueios em 18 minutos, mano, isso é pura sabedoria de guerra! E esse tal de Malik Williams? Esse garoto tá com cara de futuro MVP! Essa equipe tá com cheiro de campeão, e eu tô comendo pipoca pra ver o resto da temporada!
Tá vendo isso? A imprensa tava falando que o time tava acabado. Que o Tatum tava perdido. Que o banco era inútil. E aí? O que aconteceu? Eles simplesmente decidiram não ouvir ninguém. E isso? Isso é a única coisa que importa.
QUE VITÓRIA, MEU DEUS!!! 🥳🔥 O TD Garden tava parecendo um estádio de futebol em São Paulo! Pritchard foi o herói do dia, mas o White? O cara tava em modo ninja! E o Horford? O velho mestre ainda tá com tudo, mano! Essa equipe tá com fome de ouro... e eu tô aqui pra ver tudo! 💪🏀
Isso aqui é o que o basquete deveria ser. Coletivo. Sem ego. Sem pressa. Só jogo inteligente. O banco jogando mais que o time titular? Isso é poder real. Vamos continuar assim, e o título não é sonho. É destino.
A análise estatística da eficiência ofensiva demonstra um aumento de 22,7% no índice de assistências por posse de bola comparado aos jogos anteriores. Além disso, a redução de turnovers em 38% no segundo tempo indica uma clara evolução na tomada de decisão. A contribuição do banco, com 41 pontos, supera em 143% a média da equipe nas três derrotas anteriores. Esses indicadores não são acidentais. Representam um processo de reestruturação sistêmica.
Ah, claro, agora é campeão porque venceu um time sem Zion? Se o Heat tivesse perdido 3 jogos seguidos e vencesse um time de 0-4, vocês também gritariam que é a salvação? Tá brincando? Isso é só o começo da verdadeira prova. Eles ainda não enfrentaram ninguém de verdade.
Acho que a maior vitória foi a equipe se lembrar de quem é. Não precisava de 32 pontos de vantagem. Só precisava de um jogo onde todos se importassem. E hoje, eles se importaram. Isso vale mais que qualquer placar.
A defesa coletiva foi impecável. Os 21 turnovers forçados demonstram um nível de pressão tática que não era visto desde a temporada passada. Além disso, a distribuição de pontuação entre sete jogadores indica maturidade tática. Essa é a base de um time campeão.
Ah, então agora é campeão porque venceu um time que nem tinha o cara principal? O que é isso, um jogo de videogame? Se o Zion tivesse jogado, os Celtics teriam sofrido 140 pontos e ainda perdido. Isso é ilusão. Eles não são bons. Só tiveram sorte.
Vocês acham que isso é só basquete? Tá vendo como eles jogam com tanta intensidade? Isso é o que os EUA fazem com o mundo: dominam com força, sem respeito. E agora o Brasil tá torcendo por isso? Essa equipe é um símbolo da opressão americana. O que vocês estão celebrando? A colonização do esporte?
Pritchard foi o mais consistente, mas o White foi o que mais mudou o jogo. A defesa dele foi de outro nível. E o Horford? 3 bloqueios em 18 minutos? Isso é arte. Eles não estão jogando. Estão ensinando.
Às vezes, a vitória não está no placar. Está no silêncio que segue depois do apito final. Quando o adversário não tem nada a dizer, e a torcida só respira. Hoje, o TD Garden não gritou. Ele guardou. Porque sabia: isso não era apenas um jogo. Era uma lembrança.