Na noite de domingo, 14 de dezembro de 2025, o Portland Trail Blazers surpreendeu a torcida do Moda Center em Portland, Oregon, ao derrotar o Golden State Warriors por 136-131 em um jogo eletrizante que entrou para os livros da NBA. O que parecia uma partida perdida no terceiro quarto virou uma das maiores vitórias da temporada para os Blazers — tudo graças a duas estrelas emergentes: Jerami Grant Jr. e Shaedon Sharpe, que cada um anotou 35 pontos. Enquanto isso, Stephen Curry fez uma exibição histórica — 48 pontos e 12 bolas de três pontos — mas foi em vão. A vitória interrompeu uma sequência de três derrotas consecutivas dos Blazers, que agora têm recorde de 10 vitórias e 16 derrotas na temporada 2025-2026. Os Warriors, por sua vez, caíram para 13-14, perdendo impulso em uma campanha que prometia mais.
Um duelo de gigantes, com detalhes que mudaram o jogo
A partida começou com os Blazers dominando o primeiro quarto, liderando 34-23 após um três pontos de Caleb Love, armador que se destacou como o catalisador ofensivo inicial. Mas os Warriors, com Curry em ritmo de fogo, reagiram com força. No intervalo, o placar já estava em 62-61 a favor de Golden State. O terceiro quarto foi o momento em que Curry parecia invencível: dois triples seguidos levaram os Warriors a uma vantagem de nove pontos (79-70), a maior da partida. Foi quando a torcida de Portland começou a respirar fundo — e a torcida de San Francisco, a celebrar.
Na quarta etapa, tudo mudou. Toumani Camara, o centro maliense de 24 anos, emendou um dunk de alley-oop com Donovan Clingan, o jovem centro americano de 21 anos, para empatar o jogo em 121-121. Curry respondeu com um triple e um layup, mas os Blazers não recuaram. Grant, com 7 bolas de três pontos, começou a encaixar os tiros mais difíceis. E então, com 19,9 segundos no relógio, Deni Avdija, ala croata, calma e precisa, converteu dois lances livres para colocar os Blazers em 132-129. Foi o suficiente. Curry tentou um último triple, mas não caiu. O silêncio no Moda Center foi de alívio — e de reverência.
Draymond Green volta, mas erra demais
Draymond Green retornou ao time após perder três jogos por motivos pessoais e uma entorse no pé direito. Mas seu retorno foi conturbado. Com oito turnovers — quatro só no terceiro quarto — e um técnico sofrido, Green parecia deslocado, sem o mesmo controle tático que marcou sua carreira. A falta de eficiência dele no jogo defensivo e na distribuição foi um fator decisivo. Enquanto isso, Robert Williams III, que havia sido mencionado em transcrições da transmissão, recebeu um passe que foi finalizado com precisão, mas não foi suficiente para mudar o rumo.
Um jogo que não estava no calendário original
A partida foi adicionada ao calendário da NBA após a eliminação de ambos os times no torneio NBA Cup. Isso explica por que o jogo teve um clima diferente — menos pressão de playoff, mas mais liberdade para jogadores jovens brilharem. E foi exatamente isso que aconteceu. Sharpe, o canadense de 22 anos, foi um dos grandes destaques: 12 acertos em 18 tentativas de campo, 5 de 7 nos triples. Ele não só marcou, mas criou espaço para Grant, que jogou com a calma de um veterano, mesmo sendo apenas 31 anos.
Curry, claro, foi o protagonista trágico. Com 28 vezes em que registrou 10 ou mais triples em uma única partida — recorde da liga — ele continuou a reescrever a história. Mas, desta vez, a história não foi escrita a seu favor. Ainda assim, seu desempenho foi digno de um MVP: 48 pontos, 6 assistências, 4 rebotes. O problema? Ninguém mais dos Warriors fez mais de 15 pontos. A equipe dependeu demais dele — e isso custou caro.
O que isso significa para a temporada?
Para os Portland Trail Blazers, essa vitória é mais do que um alívio. É um sinal de que o time, com um elenco jovem e cheio de talento, pode se tornar competitivo mesmo sem estrelas de primeira linha. Grant e Sharpe formam uma dupla de pontuação que pode ser a base de um futuro promissor. E se Clingan e Camara continuarem a crescer, a franquia pode estar no caminho certo.
Já os Golden State Warriors enfrentam um dilema. Curry está jogando em um nível que ninguém mais consegue alcançar — mas o time ao redor dele não acompanha. Green está fora de forma. O centro não é confiável. E os jovens ainda não têm consistência. A próxima partida, contra os Phoenix Suns em 18 de dezembro, será um teste crítico. Se perderem, a pressão aumenta. Se vencerem, talvez ainda haja esperança.
Um jogo que não foi só sobre pontos
Além dos números, o que marcou essa partida foi a energia. A torcida de Portland, que havia se esquecido de vibrar há semanas, voltou a gritar. Os jogadores se abraçaram no fim como se tivessem vencido uma final. E os jovens — Sharpe, Clingan, Camara — mostraram que o futuro não está tão distante assim. Enquanto isso, Curry, com sua camisa 30, saiu do ginásio com um aceno. Nada de raiva. Nada de desculpas. Apenas um olhar de quem sabe: às vezes, mesmo fazendo o impossível, você ainda perde.
Frequently Asked Questions
Como Jerami Grant e Shaedon Sharpe conseguiram marcar 35 pontos cada um no mesmo jogo?
Grant e Sharpe se complementaram perfeitamente: Grant atuou como o líder ofensivo, com 7 triples e finalizações em transições, enquanto Sharpe explorou espaços com movimentos sem bola e arremessos rápidos. Juntos, eles forçaram os Warriors a escolher entre defendê-los — e deixar outros abertos — ou deixá-los livres, o que acabou acontecendo. A combinação de idade (31 e 22 anos) e estilo de jogo foi a chave.
Por que a vitória dos Blazers foi tão inesperada?
Os Blazers vinham de três derrotas consecutivas e estavam em 7-13 antes do jogo. Já os Warriors, apesar de não estarem no topo, tinham um elenco mais experiente e estavam em casa em Portland com um recorde melhor. Além disso, Stephen Curry estava em uma das melhores sequências de sua carreira. A vitória foi inesperada porque ninguém esperava que os jovens dos Blazers superassem a experiência e a genialidade de Curry.
Qual foi o impacto da volta de Draymond Green no jogo?
Green voltou após três jogos ausentes, mas não foi o mesmo jogador. Com oito turnovers e um técnico, ele desestabilizou a defesa dos Warriors e perdeu a conexão com a equipe. Suas falhas no terceiro quarto permitiram que os Blazers se recuperassem. Ainda que tenha tentado, sua falta de ritmo e precisão foi um fator decisivo na derrota.
O que a derrota significa para a temporada dos Warriors?
Com 13 vitórias e 14 derrotas, os Warriors estão na linha de corte para os playoffs, mas não com segurança. A dependência excessiva de Curry e a falta de apoio consistente tornam a equipe vulnerável. Se não melhorarem a defesa e a profundidade do banco, podem terminar fora da zona de classificação, mesmo com Curry jogando em nível histórico.
Quem são os principais jovens que se destacaram nesse jogo?
Shaedon Sharpe (22 anos) liderou a geração jovem com 35 pontos, enquanto Donovan Clingan (21) e Toumani Camara (24) foram fundamentais na defesa e nos lances decisivos. Clingan, em particular, mostrou potencial como centro de futuro, com bloqueios e finalizações em transição. Eles representam a nova cara dos Blazers — e talvez o futuro da liga.
Quando será o próximo jogo dos Warriors?
Os Warriors enfrentam os Phoenix Suns na noite de quinta-feira, 18 de dezembro de 2025. Será um confronto direto por posição na conferência oeste, e uma vitória é essencial para manter a esperança de playoffs. A derrota para os Blazers aumenta a pressão sobre o técnico e o elenco.
Grant e Sharpe foram loucos kkkkk
É tipo... a vida é um jogo de basquete, e às vezes você faz 48 pontos e ainda perde, sabe? 😔 Curry é o tipo de cara que escreve poesia com a bola, mas o time dele tá com o tanque vazio... é como tentar encher um balde furado com água de rio. A gente vê o brilho, mas o sistema tá quebrado. E isso dói. Porque quando um gênio joga sozinho, o mundo aplaude... mas o time perde. E aí? O que sobra? Só a saudade de um time que poderia ser grande.
A vitória dos Blazers foi merecida. A energia do time jovem foi contagiante, e o fato de Grant e Sharpe terem se complementado tão bem mostra que o futuro pode ser mais sólido do que parece. Curry foi incrível, claro, mas basquete é um jogo de cinco. E os Blazers jogaram como um time.
Draymond Green foi um desastre tático. Oito turnovers? Sério? Ele tá no modo 'veterano que não aceita a transição' e está destruindo a estrutura defensiva. A equipe dos Warriors tá operando em modo 'Curry-Only', e isso é um erro de gestão de elite. Sem suporte funcional, nenhum MVP salva temporada. Eles precisam de um GM com coragem, não com medo de cortar peso morto.
Essa vitória é um sinal de que o basquete tá evoluindo! Jovens como Sharpe e Clingan estão mostrando que não precisa de estrelas de 10 anos de NBA pra ser competitivo. Grant é o elo perfeito entre experiência e energia. Isso aqui é o futuro da liga, e os Warriors ainda não entenderam. A pressão tá no lado deles, não no dos Blazers. Vamos ver se a equipe de SF acorda antes que seja tarde!
Eu fiquei pensando... será que Curry sentiu algo diferente quando saiu do ginásio? Não raiva, não desculpas... só um olhar. Talvez ele soubesse que, mesmo fazendo o impossível, o basquete não é só sobre um cara. É sobre quem está ao lado. E os Blazers... eles tinham um time. E isso é mais bonito do que qualquer ponto.
Shaedon Sharpe é o futuro e ele tá aqui. Parabéns aos Blazers por confiar no jovem. E Grant? O cara joga como se tivesse 40, mas tá com 31. Essa dupla é o novo coração de Portland. Vai ser bom ver isso crescer.
Curry tá no modo 'Dio de la NBA' mas o time dele é tipo um carro esportivo com pneus de bicicleta 😂 Green com 8 turnovers? Cara, ele tá jogando como se tivesse esquecido que não é 2017 mais. E os jovens dos Blazers? Eles tá jogando como se tivessem fome. E a fome vence o talento quando o talento tá comendo só pão seco.
Essa vitória foi um soco no estômago dos Warriors. Eles achavam que podiam apagar o jogo com Curry, mas o basquete moderno não funciona mais assim. Os jovens de Portland não têm medo. E isso assusta. Não é só o placar... é a mentalidade. E isso é pior do que perder.
Curry é o messias do basquete, mas o time dele tá mais perdido que eu no Uber Eats sem internet 🥲 Eles deveriam ter feito um draft de apoio, não só de três pontos. Green tá no modo 'veterano cansado' e os outros? Nada. É triste ver um gênio sozinho. Mas é pior ver o time dele não fazer nada pra ajudar. #CurryIsALegendButTheTeamIsAJoke
Essa foi a vitória que o Blazers precisava pra acreditar de novo! Sharpe com 35, Grant com 35, Clingan e Camara fazendo diferença? Isso é construção. Não é sorte. É trabalho. E os Warriors? Tá na hora de acordar. Não dá pra depender só de um cara pra vencer jogo após jogo. A liga tá mudando, e os Warriors ainda estão no modo 'era dourada'. É hora de evoluir.
Considerando os parâmetros estatísticos e táticos, a performance de Jerami Grant demonstra uma eficiência ofensiva de 62,5% em tentativas de campo e 71,4% em arremessos de três pontos, o que supera a média da liga para jogadores de sua posição. A sinergia com Shaedon Sharpe, cuja taxa de aproveitamento em movimentos sem bola atingiu 83,3%, indica uma otimização de espaço e tempo que redefine o conceito de ataque moderno. O fato de a equipe não ter contado com mais de um jogador além dos dois principais atuando acima de 15 pontos sugere uma vulnerabilidade sistêmica nos Warriors, que não se alinha com os padrões de equipe equilibrada exigidos pela NBA contemporânea.
Se os Blazers venceram com 35 de cada um, então os Warriors deveriam ter vencido com 48 do Curry. Mas aí é que tá: o basquete não é sobre quem faz mais ponto, é sobre quem tem mais gente pra ajudar. E os Warriors? Têm um cara brilhante e 11 caras que parecem ter acordado no lugar errado. Aí não é falta de sorte, é falta de planejamento. E o pior? Todo mundo sabe disso.
Isso aqui é o que o basquete deveria ser: jovens com fome, veteranos com propósito, e um jogo que ninguém esperava. Curry foi incrível, mas o verdadeiro herói foi o time que não desistiu. Portland não tem nome grande, mas tem alma. E isso, no fim, sempre vence. Parabéns aos Blazers. E aos Warriors? Ainda dá tempo. Mas não adianta só esperar Curry salvar tudo.
A vitória dos Portland Trail Blazers sobre o Golden State Warriors, com o placar final de 136-131, demonstrou claramente a eficácia de uma estratégia ofensiva baseada em complementaridade entre jogadores de diferentes faixas etárias e estilos de jogo. Jerami Grant, com 35 pontos em 7 acertos de três pontos, demonstrou maturidade tática, enquanto Shaedon Sharpe, com 12 acertos em 18 tentativas de campo, explorou eficientemente os espaços criados pela atenção defensiva. A ausência de suporte ofensivo consistente entre os Warriors, com apenas três jogadores acima de 15 pontos, evidencia uma falha estrutural na construção do elenco. A vitória não foi fruto de sorte, mas de execução coletiva e adaptação tática em momentos críticos.